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nós, os Gálatas (por carlos quiroga)

16/11/2010

Somos os que devemos e estamos os que queremos, nesta convocatória aberta, e tem todo o sentido estarmos aqui. Porque aqui é o lugar de sermos o cerne de nós. Porque o espaço transmontano não é Portugal, ou há outro Portugal que não é o espaço transmontano e não é tão o cerne de nós, mesmo sendo também cerne. O espaço transmontano é o íntimo espaço galego ou o espaço galego é o íntimo espaço de Portugal que é o transmontano. Em Portugal, no outro Portugal, como no Brasil, Angola, e por aí fora, também podemos ser, e somos. Mas menos intimamente. Porque do mesmo modo que interessou menos aos galegos a parte torguiana onde este espaço se acha em estado mais oculto ou contaminado –como a obra diarística onde a vertente de documento histórico, subsidiário de uma História com maiúscula, no que atinge à comunidade nacional portuguesa, a do outro Portugal, interessou menos porque não falava do íntimo de nós–, assim nos interessa mais como galegos estar aqui para sentirmo-nos mais em intimidade.

 

Para continuar a ler: nós, os Gálatas (texto íntegro)

[O texto correponde-se com a intervenção do autor na «Mesa relações entre Galiza /Trás-os-Montes», celebrada o 13 de Maio de 2006, Casa da Eira Longa, em Vilar, Boticas]

 

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