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Vozes dissonantes. Políticas culturais na Galiza (da última década)

06/05/2011

O núcleo central deste debate é a análise e a discusom sobre o desenvolvimento de políticas culturais, oficiais ou alternativas, na Galiza da última década. O assunto pode ser abordado desde distintas perspectivas: os vínculos entre políticas culturais e poder político; as repercusons das distintas mudanças experimentadas no governo da Xunta nestes anos (a herança do fraguismo, a experiência do bipartido, o projecto de Nuñez Feijoo) ou as políticas culturais e o sentido do “público”. Neste quadro, aspiramos à focagem renovada de distintas linhas de debate recorrentes no ámbito cultural galego (cultura e subsídios, cultura e nacionalismo). Ou, por abrir mais umha possibilidade, a tensom entre crítica e espectáculo no desenvolvimento de políticas culturais ou o relacionamento da cultura galega com fluxos internacionais da criaçom e a comunicaçom.

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  1. Adela Figueroa Panisse permalink
    06/05/2011 21:02

    O da última decada entrana multiples mudanças na orientação política que implicam o fim do fraguismo, ja decadente de inicio, mas , que nesta última etapa era um desleixo, com tremendas lutas intestinas e um total descontrolo mesmo na decadência intrinseca que era a definição do grupo político que dirigia a Galiza.
    A etapa do bipartito, com todas as críticas que se lhe possam fazer foi, desde o meu ponto de vista, uma lufada de ar fresco na sociedade galega, nomeadamente pelo que atinge á cultura. E agora estamos num tremendo recuar no que diz respeito à política cultural da “xunta”. Malia isso, a sociedade galega tem recursos propios e independentes que lhe permiten continuar a gerar arte e cultura de maneira a não deixar parar a roda da criatividade. O problema que eu vejo é que não há bastante permeabilidade entre os ambientes onde se faz a criação ( música, poesia ,literatura en geral, ou pintura etc) e a massa social que ignora isto. Há, desde o meu ponto de vista, um grande muro que oculta o mundo da arte face ao resto dos habitantes, e que é muito dificil de ultrapassar. É so a força de empenho, batendo e batendo no batam onde se coze a transmisão cultural que algo dá chegado ,passando atraves do rio da comunicação entre os diferentes ilheus criativos.
    A construção de redes é importante nesta situação de horfandade da parte dos poderes públicos. Este medio pode ser um dos instrumentos a construir esta rede tão necessaria.

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